Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

pelo SIM e pelo NÃO

Eis um título supreendente.

Sou pelo sim no referendo. E sou pelo não ao aborto/IVG.

Eu explico.

Hoje não há qualquer hipótese duma família portuguêsa a viver em Portugal poder optar por não ter um filho "imprevisto" sem sair do país.

E um filho não pode, nem deve, ser fruto dum imprevisto. Salvo se nada obstar a que ele nasça.

No entanto, eu nunca recorreria ao aborto. Porque a minha situação económica me permite ter mais um filho. Porque eu não me importo de ter mais filhos. Porque eu gostava de ter mais filhos. Embora nesta fase da minha vida não queira ter mais filhos.

E é aqui que entra o apelo ao "sim" no referendo.

Porque não hei-de poder escolher? Ter a liberdade de dizer: agora não me convém ter um filho, e por isso esta gravidez não vai até ao fim.

As pessoas que apelam ao "não" talvez não se apercebam, mas estão a impor a sua vontade aos que apenas querem ter a liberdade de escolher o que mais convém à sua família.

E não vale a pena invocar que é "pelo direito à vida", "um sacrilégio", "um pecado", "caso para excomunhão", etc.

O direito à vida, (sempre) com qualidade, deve prevalecer para os que já nasceram.

Sacrilégio é ter um filho que não se deseja.

Pecado é deixar nascer um filho sem haver condições sócio-económicas para o ter.

Caso para excomunhão é o que os Inquisidores fizeram às suas vítimas. E ainda não ouvi que o Torquemada e seu seguidores houvessem sido excomungados. Eles torturaram, violaram, prenderam e mataram das mais diversas formas (qual delas a mais horrível), toda e qualquer pessoa viva, crescida e com direito a opinião, apenas porque a sua opinião era diferente da deles, ou apenas porque provocaram a sua inveja. E NINGUÉM OS EXCOMUNGOU. Já ouvi, isso sim, foi um Padre dizer que "a Inquisição foi um mal necessário".

Por isso os Padres, os Cónegos, os Bispos, os Cardeais e os Papas não são pessoas dignas de se levarem em conta nesta discussão.

Primeiro, porque optaram por uma vida "contra-natura". Isso mesmo. Acusam os homossexuais de serem "contra-natura", mas sabe-se que o sexo entre dois seres do mesmo género existe na natureza em diversas espécies. O que não se conhece na natureza é qualquer espécie que abdique do sexo. Apenas os Membros da Igreja Católica.

Segundo, porque não lhes reconheço qualquer mérito no que à família diga respeito. Eles não constituem família. Tudo o que sabem é por ouvir dizer ou por conhecimento indirecto. Não sentem na carne o que é não ter comer para dar aos filhos, o que é precisar de trabalhar e não o poder fazer, o que é não ter tempo para dar aos filhos.

Terceiro, porque enquanto não excomungarem os Inquisidores e seu seguidores, não podem invocar a pena de excomunhão para quem apenas não quer ter um filho que ainda não nasceu.

Quarto, porque parece que apenas querem mais miséria neste Mundo para que as suas Instituições continuem a ter razão de ser. E Poder.

Conclusão: 

É certo que um filho deve ser sempre fruto da vontade e do querer da família, e se por qualquer razão uma "família grávida" entende que aquele feto não deve evoluir, então que possa interromper a gravidez até às 10 semanas.

Com toda a certeza não virá mal ao Mundo por isso.

Hoje, digo que não recorreria ao aborto. Mas quero ter a possibilidade de optar, em consciência. A Minha Consciência.

Por isso VOTO SIM pela despenalização, pela descriminalização e pela liberdade de escolha.

 

Miguel às 13:22
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17 comentários:
De _sara_ a 29 de Janeiro de 2007 às 22:11
Sinceramente não sei ainda se vou votar e o k vou votar. Tenho argumentos contra e a favor da despenalização. No entanto, o argumento "agora não me convém ter um filho, e por isso esta gravidez não vai até ao fim"?? Estamos a falar de uma criança! Não estamos a dizer "agora não me convém comprar um carro"! Trata-se da vida de uma criança que por opção dos pais fica sem o direito de viver?! Não convém ter a criança, não a façam! Há tantos meios pa se prevenir. Ou então dêem-na pa adopção e deixem-na fazer as suas próprias opções qd crescer!
Então isso dos padres nem se fala. Por mta coisa k eu tenha contra padres no geral eles podem exprimir as suas opiniões como toda a gente. É perfeitamente natural que sejam contra pk esse é um dos princípios da igreja. Sim, a igreja falhou mt no passado e agora ainda há mtas falhas mas essa discussão não tem nada a ver com o referendo. Cada um é livre de expressar a sua opinião. Mas terá o direito de decidir sobre o destino de um ser vivo? Só porque "agora não me convem"?? Realmente esta sociedade aproxima-se cada vez mais do "Admirável Mundo Novo" de Aldoux Huxley, em que as pessoas são tratadas como objectos...


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 09:35
A questão fulcral é que um feto AINDA não é gente.
E pela atitude dos padres conclui-se que lhes interessa mais manter uma certa forma de poder à custa da miséria do que resolver a miséria própriamente dita.


De _sara_ a 30 de Janeiro de 2007 às 14:31
Qualquer pessoa sabe q um feto já é um ser vivo e, consequentemente, sente. É q nem vale a pena comentar isso... Matar até às 10 semanas ou matar depois disso qual é a diferença? Claro q o feto já se desenvolveu mais mas trata-se à mesma d matar! Matar um inocente que nem sequer tem o direito d dizer s ker ou não viver! Se me dissessem q não há outras maneiras...q não há instituições q o acolhem ainda tlv conseguisse compreender mas assim isto é ridículo. Ainda para mais tendo em conta q há pessoas a quererem abortar pq é um menino e queriam uma menina ou vice-versa! Acho que a campanha pelo sim se está a dispersar mt em x d argumentos válidos


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 09:46
Mais uma coisa: quando eu e a minha irmã fomos concebidos, a minha mãe tomava a pílula.
Pois. Talves não saiba que há métodos contraceptivos que têm uma margem de erro.
E dar um filho para adopção? Para termos outras Esmeraldas? Jamais.
Afinal o que se pretende com este referendo? manter tudo na mesma ou deixar a cada um a possibilidade de escolher a sua própria solução? Não se esqueça que o seu voto pode condicionar a sua escolha no futuro. Nunca se diga desta água não beberei. Esse é o meu ponto de vista. Não escolheria a IVG, mas quero ter essa possibilidade em aberto. Para que seja eu a escolher e não os outros que de mim nada sabem.


De _sara_ a 30 de Janeiro de 2007 às 14:38
Naturalmente q a pílula não é 100% seguro. por isso tb existem outros métodos contraceptivos (caso não saiba, faça você próprio uma pesquisa pela net). E digo-lhe mais: sou nova, ainda tou a acabar a licenciatura e s engravidasse neste momento isso não me iria nada facilitar a vida. Mas não era capaz de abortar voluntariamente, mesmo sabendo que teria mt k enfrentar por causa da minha família. E sim, posso dizer com toda a certeza q "desta água não beberei" pura e simplesmente pk a minha consciência não me deixaria fazer tal atrocidade. Assim como os seus pais lhe deram a liberdade de nascer e fazer as suas próprias opções, todo o ser vivo tem esse direito! Quer dizer, pra si é mt melhor matar um ser vivo só pk não lhe "convém" do q dar pra adopção?!


De squirrel a 29 de Janeiro de 2007 às 22:47
...dos seus problemas existênciais com a Igreja Católica ou com Deus até posso perceber...é preciso alguma capacidade de abstração para chegar lá.
Agora: qual é o problema de matar um ser humano?
Vá lá!...concentre-se! ...De certeza que sabe a resposta!
Uma mãe que permita que lhe matem o filho no ventre... e que diga que não vem grande mal ao mundo por isso!!! Bolas!!! è Forte!!!! Fujam Filhos!!!


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 09:38
Uma mulher que tem um feto no ventre é uma mãe potencial. AINDA não é mãe. E Ela só abortará se quiser. Se não quiser ser mãe.
Como se pode obrigar uma mulher a ser mãe se ela não o quiser ser? É a minha vez de dizer: concentre-se. Certamente saberá a resposta.
Eu ajudo: Mais do que violação física, é violação mental.


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 09:40
Já agora, eu não tenho problemas existenciais com a Igreja. Ela é que parece ter dificuldades em continuar a existir sem a miséria dos outros. E, em todo o caso, eu nunca segui as suas (da Igreja) ideias. Mas, infelizmente, há muita gente que as segue duma maneira quase cega, diria eu.


De squirrel a 30 de Janeiro de 2007 às 13:32
Não sei o que é ser "mãe potencial". É-se mãe desde o princípio da vida, é-se mãe até ao fim da vida. Não é um parte time. A geração de um filho faz parte daquilo é qualquer coisa que só as mães podem fazer justamente porque são mães. Tal como as designadas "mães biológicas" também são mães. Interroperam a sua vontade de permanecer com o filho no momento em que o deram a outras pessoas, mas foram-no sempre e sempre serão as mães biológicas de um ser humano.
Olhe Miguel, é obvio que cada pessoa pode fazer consigo mesma aquilo que bem entende desde que a sua liberdade não interfira com os direitos de outrem. A difença de pontos de vista que temos é que para o Miguel a vida humana começa com o parto. Para mim a vida humana começa no princípio da vida. È gerada por dois seres humanos e tem aí o seu inicio. Não acredito em geração espontânea e respeito o desenvolvimento, nascimento vida e morte e todas como parte de um ciclo em que a seguinte é naturalmente precedida de uma inicial, senão nunca existirá.
Significa que ao olhar para um bébé sei que ele teve uma fase de desenvolvimento e crescimento uterino que é comum a todos os seres humanos. Da barriga da mãe eu não exclamarei com surpresa: olha é um ser humano!!
Não exclamarei com surpresa porque sei que é isso que lá está e outra coisa nunca de lá sairá.
Daí que, por ser humano a expressão do feto é naturalmente um humano. Isto não é mais do que a evidência biológica. Depois vêm as questões: mas não é autónomo...mas não tem sistema nervoso...è o que eu digo: Há pessoas que acreditam que nascemos de geração espontãnea...nem quando a criança tiver 2 anos de idade tem o seu sistema nervoso completamente concluido...e depois? há-de ter!! Calma!!
E os velho que já não têm faculdades, que já não têm memória...e as pessoas com trissomia 21?
Somos todos seres humanos em fases diferentes de desenvolvimento. Não acredito que umas pessoas possam ter mais direitos que os outros apenas porque têm a faculdade de os exercer.Sempre fui rebelde e não aceito a lei do mais forte. Não aceito o silenciamento dos inocentes.
Que a mulher grávida ainda não é mãe...pergunto-me eu, se o que têm no ventre é o filho...será o quê? desculpe, mas é no mínimo anacrónico. Acredite o Miguel se quiser.
Obrigar uma mulher a ser mãe??? Nunca na vida. Seguramente peço encarecidamente a todas às mulheres que achem que se um dia ao ficarem grávidas, não sabendo que querem levar para a frente a gravidez e por descargo de consciência possam dizer que ainda não são mães, peço que não engravidem. Não peço que façam um aborto, peço que não engravidem. Exite muito informação já, muitos métodos contraceptivos....é uma questão de responsabilidade e de achar que mais vale perder algum tempo a tomar a pilula na altura certa da forma certa do que tirar o direito a vida de um terceiro.Com a sua mãe não aconteceu assim, lamento devia ter processado o laboratório que produziu o contraceptivo para se saber se havia efectiva falta de segurança no contraceptivo ou se a sua mãe não o tomou da forma mais eficaz...em minha casa somos três mulheres duas delas há mais de vinte hanos que fazem contracepção e até agora só tiveram os filhos que quiseram sem recorrer ao aborto.
Porque o que a mulher faz com o seu corpo...nem admito que ninguém me venha dizer o faço com o meu corpo!...mas respeito muito aquilo que não é meu e que é dos outros,
e não é por ser um feto, uma criança de berço ou outra pessoa que não se pode queixar que me dá o direito de lhe suprimir direitos, apenas porque eu em determinada circunstância sou a mais forte.



De squirrel a 30 de Janeiro de 2007 às 13:34
Obrigar...essa de obrigar...E a reponsabilidade a fazer filhos que depois "não se desejam"...?Onde é que fica?

Um filho que é aquilo que está no ventre de uma mãe, e deixemo-nos de sufismas e vamos chamar os bois pelos nomes ( porque pensar que abortou um feto ou abortou um filho é a mesma coisa, porque não se abortam filhos dos vizinhos...)é 50%responsabilidade da mãe e 50% da responsabilidade do pai. Há mesmo dois responsáveis.

O grande problema é que boa parte das mulheres que abortam ouvem dos parceiros que isso do aborto é um problema das mulheres, elas é que decidem sozinhas sobre a vida de um terceiro que eles ajudaram em partes iguais a gerar...Ou seja quando não lhes interessam despacham para elas o problema...e é claro que este calibre de gente, que é da ralé mais baixa, quando toca a soluções fáceis e descartáveis para eles, são a favor e apoiam todas as decisões das mulheres que os desresponsabilizem.

Não acredito sinceramente que a violencia física ou psicológica da mulher seja realmente da preocupação dos homens que apoiam as mulheres a abortar. Porque não os vejo depois preocupados com as sequelas fisicas e psicológicas depois do aborto.

Acredito que o apoio psicológico e o interesse de um companheiro na gravidez da companheira que diz amar superam de longe as melhores condições clínicas e médicas da melhor e mais luxuosa clínica de aborto! dixit


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 18:08
Cara Vicência,
Sobre o fazer um aborto, não acrescentou àquilo em que acredito. Se ler bem o meu "post", verificará que não seria nunca uma opção minha. Tenho dois filhos. Tive a felicidade imensurável de assistir ao nacimento de um. Ainda me comovo quando me lembro disso.
Outra coisa: nenhum aborto deverá ser feito contra a vontade da mulher, e, acrescento eu, sem o consentimento do "pai". O aborto é, por si só, a pior das soluções possíveis. Mas cada caso é um caso. Além da minha (bem visível) antipatia pelos padres, tenho a convicação de que para cada caso deve haver um leque de escolhas possíveis que não estraguem a vida dum casal. E, como infelizmente é sabido, há casais que acabam porque um filho nasceu numa altura menos desejada, alterando dramáticamente a sua forma de viver. Não defendo que seja feito um aborto apenas porque o filho estorva. Defendo sim que cada família, em consciência, possa escolher o que achar que é a melhor solução para o seu problema.
E volto a dizer: um filho só nasce por vontade dos pais. É um acto de amor, e não um acto de resignação. E se os pais não querem ter um filho, porque o hão-de ter? Porque se descuidaram? Porque não foram previdentes? Porque existe uma parte da população deste país que acha que tem que o ter, mesmo que o não queiram? LIBERDADE DE ESCOLHA. E, se Deus existir, Ele lá, ou cá, estará para julgar.


De Nick a 30 de Janeiro de 2007 às 12:05
Na minha opinião, tudo se resume a uma simples palavra "voluntária", pois "aborto" é uma "interrupção da gravidez". Quanto a uma "interrupção voluntária da gravidez" então aí já estamos a falar de "aborto voluntário".

Sou contra aborto voluntário. Sou a favor do aborto, quando na gravidez houver risco de vida para a mãe ou quando houver complicações (ex: malformações) no feto, só nestes casos é que sou a favor do aborto (não voluntário).

O aborto nunca poderá ser usado com um contraceptivo. Para isso já existem outras formas bem mais passiveis, baratas e com menos risco para mãe... sim, porque o aborto pode correr mal, o aborto acarreta risco para a mãe e isso, não vejo ninguém a debater.

Como a pergunta do referente mete a palavra voluntário, vou votar contra, vou votar no NÃO.

Cumprimentos.


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 13:12
E mais nada. Vivemos com as nossas convicções e em função delas.
Apenas faço um voto: Que aqueles que hoje votam "não" não venham a precisar de ter votado "sim". Quem votar "sim" não está a dizer a quem quer que se seja que vá abortar. Apenas está a deixar essa hipótese à consciência de cada um. Que votar "não" impede qualquer direito de escolha. Hoje e no futuro. Que ninguém se arrependa do voto que fizer.


De _sara_ a 30 de Janeiro de 2007 às 14:46
Os casos de q fala, como é o caso de mal formação do feto, ou em caso de violação já estão previstos na lei e, consequentemente, uma mulher nessas condições pode abortar. O que, efectivamente, se discute é essa questão do aborto voluntário, uma vida saudável q está dentro de uma mulher que, só pq "não lhe convém", decide abortar. As pessoas que defendem o sim ainda não se aperceberam que está em causa um ser vivo e não um objecto...é pena q neste mundo se pense assim...


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 18:13
Sara
Não lamento que pense como pensa. Lamento é que me queira obrigar a aceitar a sua forma de pensar.
Se acha que sabe tudo sobre os problemas dos outros, mantenha-se firma na sua convicção. Se, ainda que um bocadinho, achar que há situações não previstas na Lei actual que podem merecer um regime de excepção, poderá chegar à mesma conclusão que eu: Não ao aborto, mas sim à descriminalização/despenalização. Para que em cada caso particular possa haver uma solução que não nos piore a vida. A todos, os já nascidos e os por nascer. Já basta de miséria.


De _sara_ a 30 de Janeiro de 2007 às 18:52
Não tou a kerer obrigar ninguem a pensar como penso. só me limitei a expôr a minha opinião. Como já havia dito ainda não sei o k vou votar precisamente porque acho q essas mulheres já terão castigo suficiente (e não tou a falar d excomunhao, tou a falar d consequências físicas e psicológicas) e não creio q a penalização só das mulheres (qd elas não são as únicas culpadas) seja a forma mais sensata de resolver um problema q continuará a persistir mas no mercado negro. No entanto, a liberalização do aborto (ou despenalização, como lhe keira chamar) vai torná-lo cada vez mais como um método contraceptivo e isso não é solução para a miséria q há neste país. Para além disso, ainda há o facto do financiamento das clínicas d aborto?! Estarmos a pagar para q tirem a vida a seres inocentes qd há mta gente a morrer à espera de uma operação nos hospitais?!


De Miguel a 30 de Janeiro de 2007 às 19:35
Percebi.
Peço que leia o post mais recente. Julgo falar aí duma forma mais clara, embora aceite que continue a não concordar. No final, todos temos direito à nossa opinião e a divulgá-la. Por isso, concorde comigo ou não, nunca deixe de se expressar. Eu farei o mesmo.


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